O projeto Sementes da Chapada encerra suas atividades com um festejo e lançamento do vídeo e da cartilha Diversidade no Quilombo, produzidos durante o projeto. Dia 17/07, domingo às 17 horas, na comunidade Bananal, celebraremos à nossa biodiversidade, rememorando e compartilhando saberes tão preciosos de se preservar.
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sexta-feira, 1 de agosto de 2014
Sementes da Chapada encerra suas atividades
O projeto Sementes da Chapada encerra suas atividades com um festejo e lançamento do vídeo e da cartilha Diversidade no Quilombo, produzidos durante o projeto. Dia 17/07, domingo às 17 horas, na comunidade Bananal, celebraremos à nossa biodiversidade, rememorando e compartilhando saberes tão preciosos de se preservar.
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domingo, 6 de julho de 2014
IPB e Canteiros Coletivos celebram fim das atividades do Formação Cidadã
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| Foto: Leila Aquino |
Dez meses de muitos plantios, pinturas, vídeos tutoriais, trocas de saberes, novas amizades e um contato cada vez mais íntimo com os espaços públicos de Salvador. O projeto Formação Cidadã, desenvolvido pelo Movimento Canteiros Coletivos em conjunto com o Instituto de Permacultura da Bahia (IPB) e com apoio do Oi Futuro, encerrou as atividades no início de junho com uma atmosfera de alegria e afetividade nos espaços do Parque Solar Boa Vista, no bairro do Engenho Velho de Brotas, e da comunidade do Gantois, na Federação. Nestes dois lugares foram desenvolvidas práticas de arte urbana, ecologia, jardinagem e comunicação envolvendo mais de 300 participantes e 145 voluntários universitários de setembro de 2013 a junho deste ano.
O fim do projeto foi celebrado com ocupações culturais envolvendo o grupo de meditação Arte de Viver, artesãos, apresentações de karatê e dança flamenca, o conjunto musical Bonde da Sonora (que realiza intervenções no Largo dos Aflitos), intervenção urbana de uma galera do Espírito Santo (que pendurou um balanço em um árvore centenária do Solar), bába no Gantois, a performance artístico-musical Tons Atonais, de Thiago Nazareth e Anderson Petti, além da parceria do Cine Teatro Solar Boa Vista, que sempre contribuiu com sua estrutura, do Coletivo Jota, que levou ao parque um grupo de hip hop, do GRID – Plantando Arte, do Curiar – Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo da UFBA, e da Associação de Moradores da Rua Treze, do Gantois.
Toda essa costura de arte, meditação, mobilização e encontros é resultado da mais importante missão deste projeto: mostrar aos moradores de Salvador que os espaços públicos têm um potencial imenso para o convívio social com paz, cultura e lazer, mas que cada um de nós tem um papel fundamental no ato de tornar estes lugares prazerosos, bem cuidados e dignos de ser utilizados.
A equipe do projeto Formação Cidadã, em nome dos Canteiros Coletivos e do Instituto de Permacultura da Bahia (IPB), agradece imensamente a participação de todos e todas, e convida essa legião de transformadores de áreas públicas a revisitar os locais das oficinas, convidar amigos e familiares a conhecer o que foi desenvolvido e, principalmente, a continuar plantando e levando arte aos canteiros, parques e praças da cidade.
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| Foto: Leila Aquino |
Formalmente, finalizamos um lindo projeto, conquistado graças à determinação de muita gente que acredita na gestão participativa da cidade, mas continuamos a sair por aí, com novas intervenções urbanas, sempre dispostos a contagiar mais e mais formiguinhas que contribuam para o bem viver da capital soteropolitana.
A partir deste Portal, que é um legado do projeto Formação Cidadã, novos encontros e ações serão divulgados, e um mapa de gestores cidadãos de áreas públicas verdes urbanas aos poucos vai se formar em um mapa interativo. Aqui você também vai conhecer novas histórias de ocupações da cidade, experiências, vídeos e dicas de plantio e arte.
Precisamos de verde, precisamos ocupar nossos espaços. O que menos precisamos agora é perder o pouco verde que nos resta.
#planteárvores
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terça-feira, 20 de maio de 2014
Encerramento do Projeto Formação Cidadã e Portal dos Canteiros Coletivos
Participe duas lindas ocupações culturais comunitárias do espaço público no encerramento do projeto Formação Cidadã e Portal dos Canteiros Coletivos!
Dia 7 de junho, no Solar! Com feirinha de artesanato, ioga, apresentação de karatê e de flamenco, performance de música e pintura e feijuca liberada!
Dia 8 de junho, no Gantois! Com passeio sensorial, baba no campinho, performance de música e pintura e comidinha liberada!
O projeto Formação Cidadã é uma correalização do Instituto de Permacultura da Bahia (IPB) com o Movimento Canteiros Coletivos e apoio do Oi Futuro.

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sexta-feira, 16 de maio de 2014
Viveiro Escola: criando vida e educando para o reflorestamento da Caatinga
A Caatinga é um dos biomas brasileiros mais degradados, sobretudo pelo aumento da criação de gado e exploração madereira, um dos focos do Águas do Jacuípe é o reflorestamento através da criação de agroflorestas que transformarão a paisagem local, “é preciso produzir e plantar mais árvores nessa caatinga, nesse município, porque as áreas estão muito degradadas e as beiras dos rios estão sem vegetação árborea” ressalta Renata Rangel, assessora pedagógica do Águas do Jacuípe.
Ao lado do Viveiro foi construida uma Casa de Sementes, onde funciona um banco de sementes crioulas e nativas. Segundo Gerivaldo Santana, técnico do Águas do Jacuípe, o banco de sementes é algo que pode ser replicado em outras comunidades e assim garantir a perpetuação das espécies nativas, “estamos focando apenas nas sementes nativas daqui da nossa região, podemos encontrar Ipês que aqui conhecemos como Pau D´arco, a Aroeira, a Baraúna, o Cedro Branco, a Quixabeira e o Juá que são plantas encontradas nas beiras dos riachos".
Link para o álbum de fotos do facebook
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terça-feira, 13 de maio de 2014
"Ainda há Tempo" um cordel de Welinton Rios
Durante a Inauguração do Viveiro-Escola (10/05) tivemos o privilégio de ouvir um jovem talento do cordel de Várzea da Roça, Welinton Rios, estagiário do Projeto Águas do Jacuípe, nos escreve sobre a preservação do meio-ambiente e a convivência com o semiárido.
Ainda há Tempo - Welinton Rios
Meus
amigos e amigas
Agora
vamos parar
Para
esta simples historia
Todos
juntos escutar
E
depois de ter ouvido
Nesta
historia pensar
No
nordeste brasileiro
Em
certa comunidade
Tinha
dois agricultores
De
diferentes realidades
Cada
um fazia de um jeito
Em
cada propriedade
E
ali um grande riacho
Cortava
aquele terreno,
Um
matava, destruía,
Queimava
e punha veneno,
Pro
outro fazer o mesmo
Ainda
vivia dizendo.
O
outro mais consciente
Já
pensava diferente
Se
eu fizer desse jeito
A
terra fica doente
E
ainda mato o riacho
Que
do rio é um afluente
E o
vizinho dizia:
-que
nada meu companheiro
A
gente vende a lenha
E
logo pega o dinheiro
E
para o gado de leite
O
capim sai mais ligeiro
E
então o consciente
Logo,
logo retrucava
Se
dinheiro fosse bom
Sei
que a gente não gastava
E
acabando de pegar
Para
os outros entregava,
Sei
que eu preciso dele
Mais
não tenho ambição
E no
meio ambiente
Não
causo a degradação
Só
para poder dizer
Que
tenho dinheiro em mão
Meu
terreno mim sustenta
Então
dele vou zelar
Criando
minhas cabrinhas
Pra
poder se sustentar
As
abelhas e as galinhas
É
pra quando apertar
Vivo
assim deste jeito
Sem
passar necessidade
E lá
na minha mesa
O
alimento é de qualidade
E
ainda abasteço
Famílias
lá da cidade
Agora
te aconselho
Pra que
tenhamos esperança
Faça
como estou fazendo
E
teremos uma mudança
O
mundo será melhor
Pra
quem hoje é criança.
E se
você já desmatou,
Mas
agora quer mudar
Mas
não sabe o que fazer
Eu
posso te ajudar
Você
vai se arrepender
Se
pra mais tarde deixar
Então
o ambicioso
Enfureceu
No momento
E
disse para vizinho
Tu
ta és enlouquecendo,
O
que vou ganhar com isso
Se
floresta eu não vendo
E
então o consciente
Disse
com muito carinho
Rapaz
eu te aconselho
A
seguir o meu caminho
Mas
já que você não quer
Faço
minha parte sozinho
E
então como de costume
Veio
à seca assolando
E a
coisa no nordeste
Cada
dia ia piorando
E
aquele consciente
Ninguém
via reclamando
Em
sua casa tinha de tudo
Mas
não trazia da cidade
Assim
a gente contando
Nem
parece que é verdade
Mas
se a gente preservar
Tudo
vira realidade
Então
o povo sofrido
Que
vivia na região
Olhando
aquele exemplo
Daquele
grande campeão
Dizia
agora eu mudo
Essa
é a solução
Mas
logo a seca passava
E
vinha grande bonança
O
povo se acomodava
E
saia da lembrança
E
pra depois de outra seca
Logo
ficava a mudança
Os
anos iam passando
E o
povo a desmatar
E a
beira do riacho
Começou
assorear
Pois
arvores já não tinha
Para
a terra sustentar
A
terra enfraqueceu
Porque
foi muito queimada
A
cobertura que tinha
Foi
embora na enxurrada
E o
povo ia plantando
E a
terra não dava nada
O
povo arrependido
E
querendo uma mudança
Olhando
a situação
Quase
perdendo a esperança
Lembrando
do velho tempo
Que
tudo era bonança
Mas
pelo leite derramado
Não
tem mas como chorar,
Agora
tem de se unir
Pra
poder tentar mudar
E
aquilo que se perdeu
Pouco
a pouco recuperar
Essa
historia foi tão triste
Por
falta de compreensão
Então
vamos abrir os olhos
Aqui
em nossa região
Estamos
neste caminho
Mas
nos temos solução
E
agora enquanto é cedo
Vamos
o meio preservar
E o
que foi destruído
Aos
poucos recuperar
E
aqui temos o projeto águas
Pronto
pra nos ajudar
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sábado, 22 de março de 2014
Sementes da Chapada realiza intercâmbio

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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Diálogo de Saberes Populares e a Agrobiodiversidade Quilombola
| foto: Gláucia Soares |
A Associação dos Artífices Riocontenses foi o cenário do
Diálogo de Saberes Populares na manhã do dia 18/02, um encontro que reuniu
diversos atores da sociedade civil com o objetivo de compartilhar e valorizar
saberes ligados a biodiversidade local, sobretudo da comunidade quilombola de
Barra, Bananal e Riacho das Pedras, do município de Rio de Contas - BA.
Essa também foi uma oportunidade de apresentar alguns
resultados do Projeto Sementes da Chapada: o saber dos Quilombolas na
preservação da agrobiodiversidade, coordenado
por Maura Pezzato e Catarina
Camargo, realizado pelo Núcleo Chapada do Instituto de Permacultura da Bahia
com apoio do IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
| foto: Gláucia Soares |
“Valorizar e perceber o quanto a população negra contribuiu
e contribui na construção do que é a cultura brasileira e além disso, fazer
essa ponte entre o conhecimento antigo e tradicional, com o saber das novas
gerações é muito importante”, ressaltou a Maria Paula Adinolfi, técnica IPHAN.
Contemplado pelo Programa Nacional de Patrimônio
Imaterial, o Sementes da Chapada vem trabalhando com o registro da cultura
quilombola, a maneira como preservaram ao longo do tempo diferente espécies e
variedades de alimentos. “O resgate do conhecimento da comunidade a partir das
sementes, contando a história dos quilombolas, mostra que a semente é a parte
material que liga esses saberes”, Caio Tatamiya – ASAMIL – Associação do
Semiárido da Microregião de Livramento.
| foto: Gláucia Soares |
Estiveram expostos produtos da agricultura familiar
cultivados pela comunidade, materiais e ferramentas de trabalho utilizadas hoje
e no passado, como por exemplo, o fuso de fiar algodão, a buraca que é um baú
de couro, entre outros utensílios. O encontro também contou com a exposição de
sementes coletadas durante as visitas
aos quintais, prova da grande diversidade ainda existente. No lanche foram
degustadas tortas, bolos, sequilhos, beiju com paçoca de pequi e diversos
sabores de sucos de frutas, todos feitos pela comunidade.
| foto: Gláucia Soares |
“A memória é um baú de achados e perdidos, e o projeto
Sementes da Chapada, Maura e Catarina, vieram e reviraram esse baú e veja
quanta coisa achamos aqui, como a nossa cultura é rica! Lembro do meu tempo em
que não tinha merenda escolar, saíamos no terreno e comíamos os frutos que tinham
como macaca e jatobá, muitas crianças não conhecem esses frutos, então é muito
importante os jovens reconhecerem e valorizarem a nossa cultura”, ressaltou a
professora quilombola, Juliana Maria dos Santos.
| foto: Gláucia Soares |
Esse
Projeto foi contemplado no Edital Chamada Pública nº 01/2012 - Mapeamento,
Documentação e Apoio ao Patrimônio Cultural Imaterial, realizado pelo DPI –
Departamento de Patrimônio Imaterial do IPHAN.
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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Projeto Formação Cidadã oferece oficinas gratuitas de jardinagem, ecologia e arte urbana em Salvador
A partir de março, as comunidades do Engenho Velho de Brotas e do Gantois têm acesso à segunda fase de oficinas gratuitas, de cinco meses, em áreas verdes de seus bairros, como parte do projeto Formação Cidadã e Portal dos Canteiros Coletivos
Salvador, 6 de fevereiro de 2014 – Estão abertas até 15 de fevereiro as inscrições online para a segunda fase de oficinas gratuitas de Jardinagem, Ecologia e Arte Urbana nos bairros do Engenho Velho de Brotas e do Gantois, na capital baiana, com duração de cinco meses. O objetivo é possibilitar a moradores, comerciantes e lideranças uma nova relação com o espaço público e instigá-los a se compreender também como gestores das áreas verdes de seus bairros.
A iniciativa faz parte do projeto Formação Cidadã e Portal dos Canteiros Coletivos, criado pelo movimento Canteiros Coletivos em parceria com o Instituto de Permacultura da Bahia (IPB), com apoio do Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da Oi, por meio do programa Oi Novos Brasis.
Com um ano de duração, a proposta do projeto é dar continuidade à recuperação das áreas verdes iniciada em julho de 2012 pelo movimento Canteiros Coletivos, em parceria com instituições e moradores desses espaços. Além disso, a iniciativa criou o Portal dos Canteiros Coletivos (www.canteiroscoletivos.com.br), um espaço virtual de trocas de experiências reais entre gestores e cidadãos de áreas públicas verdes urbanas.
Nova fase de oficinas e voluntariado
Iniciada em setembro, a primeira etapa do projeto, que se encerra em meados de fevereiro, já contou até agora com a participação de 150 educandos nas três oficinas, que proporcionaram aulas teóricas e práticas de jardinagem e paisagismo (técnicas de plantio e poda, plantas adequadas para áreas urbanas, cuidados com o solo, plantas floridas e frutíferas e reprodução de mudas), de ecologia (hortas urbanas, plantas alimentícias em áreas urbanas, espiral de ervas, plantio de sementes) e de arte urbana (pintura de muros e painéis com técnica mista de tinta acrílica e grafite e reaproveitamento de objetos descartados).
Na segunda etapa de atividades, que se inicia nos dias 8 e 9 de março, no Solar e no Gantois, respectivamente, o projeto almeja atender novos educandos nas oficinas de jardinagem, ecologia e arte urbana. E continuar com educandos da fase anterior para que repliquem seu aprendizado aos novos participantes.
Outra oficina que faz parte da proposta, iniciada em janeiro de 2014, é a de Tecnologia da Informação e Comunicação & Liderança, com seis meses de duração. Seu objetivo é fazer com que os próprios alunos do projeto registrem experiências na recuperação de áreas públicas no Portal, incluindo noções de produção de textos, fotos, vídeos e podcasts - captados através de aparelhos smartphones conectados à internet.
Além de contar com alunos selecionados em cada comunidade, a cada novo fim de semana de oficinas são abertas no Portal inscrições para voluntariado universitário. “A ideia é fazer com que alunos de diversos cursos experimentem seus aprendizados além dos muros da universidade”, afirma Débora Didonê, coordenadora do projeto.
A ficha de inscrição online pode ser encontrada em www.canteiroscoletivos.com.br. Para mais informações, escreva para contato@canteiroscoletivos.com.br.
Sobre os Canteiros Coletivos
O movimento Canteiros Coletivos é uma iniciativa cidadã, autônoma e apartidária de recuperação de praças e canteiros abandonados da cidade de Salvador. Sua intenção é de mobilizar moradores, comerciantes e usuários de bairros soteropolitanos para a recuperação, a conservação e o bom uso do espaço público, que é um patrimônio de todos.
Um dos principais objetivos do movimento é incentivar a recuperação de áreas urbanas esquecidas através de mutirões de limpeza, plantio e intervenção artística, transformando-as em equipamentos de fruição e geração de renda para comunidades locais. Nos mutirões, cada participante contribui com o que pode: doação de materiais, ferramentas e mudas, caronas solidárias, divulgação das ações, organização do espaço, recepção de novos participantes, registro fotográfico e em vídeo das intervenções.
Intervir no espaço público é uma forma de provocar uma cidadania mais ativa, fazendo com que todos se compreendam como atores essenciais no cuidado das áreas comuns da cidade.
Sobre o IPB
Fundado em 1992 por um grupo de profissionais liberais formados em permacultura por Marsha Hänzi, pioneira nesta prática no Brasil, o Instituto de Permacultura da Bahia (IPB) é uma associação civil de direito privado, sem fins econômicos e lucrativos. Preocupados com a preservação do meio ambiente e interessados em procurar formas de vida mais sustentáveis, seus fundadores tinham o objetivo de disseminar práticas e princípios da permacultura na Bahia e no Brasil.
Em agosto de 2012, o IPB estabeleceu uma parceria com o movimento Canteiros Coletivos para que os conhecimentos da permacultura também atingissem comunidades de áreas urbanas, principalmente no que diz respeito à disseminação de soluções sustentáveis, proporcionando qualidade de vida e convívio harmônico com a natureza, e ao estímulo e desenvolvimento do pleno exercício da cidadania por meio da educação e da educação ambiental, para melhorar a qualidade de vida da população.
Sobre o Oi Futuro
O Oi Futuro é o instituto de responsabilidade social da Oi, que emprega novas tecnologias de comunicação e informação no desenvolvimento de projetos de educação, cultura, esporte, meio ambiente e desenvolvimento social. Desde 2001, suas ações visam democratizar o acesso ao conhecimento e reduzir distâncias geográficas e sociais, com especial atenção à população jovem.
Em 2013, o instituto aprovou através do edital Oi Novos Brasis o projeto Formação Cidadã e Portal dos Canteiros Coletivos, elaborado conjuntamente pelo movimento Canteiros Coletivos e o Instituto de Permacultura da Bahia (IPB), que decidiram se envolver mais profundamente com as comunidades do entorno dos espaços do Parque Solar Boa Vista e da comunidade do Gantois, provocando-as a tomar para si a responsabilidade de manter as áreas verdes e bem cuidadas.
A ideia é potencializar as ações nas duas comunidades, instrumentalizando-as com tecnologias sociais que permitam a manutenção das áreas verdes, as intervenções artísticas e o uso mais sustentável do espaço público em seus bairros, além comunicar e disseminar suas intervenções, gerando conteúdo online que ajude a mobilizar moradores, outras comunidades e atores interessados em reaplicar as experiências.
CONTATO:
Débora Didonê
Coordenadora do Projeto Formação Cidadã e Portal dos Canteiros Coletivos
(71) 9148-5663 - contato@canteiroscoletivos.com.br
Salvador, 6 de fevereiro de 2014 – Estão abertas até 15 de fevereiro as inscrições online para a segunda fase de oficinas gratuitas de Jardinagem, Ecologia e Arte Urbana nos bairros do Engenho Velho de Brotas e do Gantois, na capital baiana, com duração de cinco meses. O objetivo é possibilitar a moradores, comerciantes e lideranças uma nova relação com o espaço público e instigá-los a se compreender também como gestores das áreas verdes de seus bairros.
A iniciativa faz parte do projeto Formação Cidadã e Portal dos Canteiros Coletivos, criado pelo movimento Canteiros Coletivos em parceria com o Instituto de Permacultura da Bahia (IPB), com apoio do Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da Oi, por meio do programa Oi Novos Brasis.
Com um ano de duração, a proposta do projeto é dar continuidade à recuperação das áreas verdes iniciada em julho de 2012 pelo movimento Canteiros Coletivos, em parceria com instituições e moradores desses espaços. Além disso, a iniciativa criou o Portal dos Canteiros Coletivos (www.canteiroscoletivos.com.br), um espaço virtual de trocas de experiências reais entre gestores e cidadãos de áreas públicas verdes urbanas.
Nova fase de oficinas e voluntariado
Iniciada em setembro, a primeira etapa do projeto, que se encerra em meados de fevereiro, já contou até agora com a participação de 150 educandos nas três oficinas, que proporcionaram aulas teóricas e práticas de jardinagem e paisagismo (técnicas de plantio e poda, plantas adequadas para áreas urbanas, cuidados com o solo, plantas floridas e frutíferas e reprodução de mudas), de ecologia (hortas urbanas, plantas alimentícias em áreas urbanas, espiral de ervas, plantio de sementes) e de arte urbana (pintura de muros e painéis com técnica mista de tinta acrílica e grafite e reaproveitamento de objetos descartados).
Na segunda etapa de atividades, que se inicia nos dias 8 e 9 de março, no Solar e no Gantois, respectivamente, o projeto almeja atender novos educandos nas oficinas de jardinagem, ecologia e arte urbana. E continuar com educandos da fase anterior para que repliquem seu aprendizado aos novos participantes.
Outra oficina que faz parte da proposta, iniciada em janeiro de 2014, é a de Tecnologia da Informação e Comunicação & Liderança, com seis meses de duração. Seu objetivo é fazer com que os próprios alunos do projeto registrem experiências na recuperação de áreas públicas no Portal, incluindo noções de produção de textos, fotos, vídeos e podcasts - captados através de aparelhos smartphones conectados à internet.
Além de contar com alunos selecionados em cada comunidade, a cada novo fim de semana de oficinas são abertas no Portal inscrições para voluntariado universitário. “A ideia é fazer com que alunos de diversos cursos experimentem seus aprendizados além dos muros da universidade”, afirma Débora Didonê, coordenadora do projeto.
A ficha de inscrição online pode ser encontrada em www.canteiroscoletivos.com.br. Para mais informações, escreva para contato@canteiroscoletivos.com.br.
Sobre os Canteiros Coletivos
O movimento Canteiros Coletivos é uma iniciativa cidadã, autônoma e apartidária de recuperação de praças e canteiros abandonados da cidade de Salvador. Sua intenção é de mobilizar moradores, comerciantes e usuários de bairros soteropolitanos para a recuperação, a conservação e o bom uso do espaço público, que é um patrimônio de todos.
Um dos principais objetivos do movimento é incentivar a recuperação de áreas urbanas esquecidas através de mutirões de limpeza, plantio e intervenção artística, transformando-as em equipamentos de fruição e geração de renda para comunidades locais. Nos mutirões, cada participante contribui com o que pode: doação de materiais, ferramentas e mudas, caronas solidárias, divulgação das ações, organização do espaço, recepção de novos participantes, registro fotográfico e em vídeo das intervenções.
Intervir no espaço público é uma forma de provocar uma cidadania mais ativa, fazendo com que todos se compreendam como atores essenciais no cuidado das áreas comuns da cidade.
Sobre o IPB
Fundado em 1992 por um grupo de profissionais liberais formados em permacultura por Marsha Hänzi, pioneira nesta prática no Brasil, o Instituto de Permacultura da Bahia (IPB) é uma associação civil de direito privado, sem fins econômicos e lucrativos. Preocupados com a preservação do meio ambiente e interessados em procurar formas de vida mais sustentáveis, seus fundadores tinham o objetivo de disseminar práticas e princípios da permacultura na Bahia e no Brasil.
Em agosto de 2012, o IPB estabeleceu uma parceria com o movimento Canteiros Coletivos para que os conhecimentos da permacultura também atingissem comunidades de áreas urbanas, principalmente no que diz respeito à disseminação de soluções sustentáveis, proporcionando qualidade de vida e convívio harmônico com a natureza, e ao estímulo e desenvolvimento do pleno exercício da cidadania por meio da educação e da educação ambiental, para melhorar a qualidade de vida da população.
Sobre o Oi Futuro
O Oi Futuro é o instituto de responsabilidade social da Oi, que emprega novas tecnologias de comunicação e informação no desenvolvimento de projetos de educação, cultura, esporte, meio ambiente e desenvolvimento social. Desde 2001, suas ações visam democratizar o acesso ao conhecimento e reduzir distâncias geográficas e sociais, com especial atenção à população jovem.
Em 2013, o instituto aprovou através do edital Oi Novos Brasis o projeto Formação Cidadã e Portal dos Canteiros Coletivos, elaborado conjuntamente pelo movimento Canteiros Coletivos e o Instituto de Permacultura da Bahia (IPB), que decidiram se envolver mais profundamente com as comunidades do entorno dos espaços do Parque Solar Boa Vista e da comunidade do Gantois, provocando-as a tomar para si a responsabilidade de manter as áreas verdes e bem cuidadas.
A ideia é potencializar as ações nas duas comunidades, instrumentalizando-as com tecnologias sociais que permitam a manutenção das áreas verdes, as intervenções artísticas e o uso mais sustentável do espaço público em seus bairros, além comunicar e disseminar suas intervenções, gerando conteúdo online que ajude a mobilizar moradores, outras comunidades e atores interessados em reaplicar as experiências.
CONTATO:
Débora Didonê
Coordenadora do Projeto Formação Cidadã e Portal dos Canteiros Coletivos
(71) 9148-5663 - contato@canteiroscoletivos.com.br
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Núcleo Sertão realiza III Módulo do Curso de Produção de Mudas
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| Foto: Beto Oliveira |
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| Foto: Beto Oliveira |
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| Foto: Beto Oliveira |
Durante o curso foram
tratados de temas como: construção e funcionamento de viveiros, materiais e
técnicas para produção de mudas. Além da parte teórica foram realizadas duas
práticas sobre produção de mudas: a construção de dois canteiros sombreados,
para armazenar mudas, o preparo de substrato e enchimento de saquinhos para
produção de mudas de mulungu, tambori, barriguda, braúna, carrancudo e pau
ferro.
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| Foto: Beto Oliveira |
Após as práticas
todos voltaram para a sala, onde foi realizada uma avaliação do módulo e feitos
alguns encaminhamentos relacionados à continuidade das atividades, sendo
acertado com os jovens a realização de um mutirão de coleta de sementes dia 11/12.
Também foi acertada a mobilização da juventude para os mutirões de plantio que
ocorrerão nas áreas de margens do Rio Camizãozinho e Riacho do Urubu.
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quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Núcleo Sertão realiza oficina de Educomunicação
| Foto: Gerivaldo Santana |
A oficina de educom com ênfase em rádio foi conduzida pelo radialista André Souza, assessoria de comunicação do IPB, com o intuito de aproximar a linguagem radiofônica das atividades diárias dos jovens estagiários e técnicos dos projetos.
Foram trabalhadas técnicas de locução, oratória, improvisação, expressão e escrita criativa, ao final foram produzidos spots radiofônicos, com ajuda de uma programa gratuito de gravação e edição de áudio, AUDACITY (tutorial de uso).
| Foto: Mati Chai |
Na Bahia a Educomunicação Socioambiental é uma política pública, presente na lei de educação ambiental.
Mais link sobre Educomunicação socioambiental.
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