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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Sementes da Chapada encerra suas atividades

O projeto Sementes da Chapada encerra suas atividades com um festejo e lançamento do vídeo e da cartilha Diversidade no Quilombo, produzidos durante o projeto. Dia 17/07, domingo às 17 horas, na comunidade Bananal, celebraremos à nossa biodiversidade, rememorando e compartilhando saberes tão preciosos de se preservar.
Realizado pelo Instituto de Permacultura da Bahia, o Projeto “Sementes da Chapada: o saber dos quilombolas na preservação da agrobiodiversidade”, contemplado no Edital Chamada Pública n. 1/2012, Mapeamento, Documentação e Apoio ao Patrimônio Cultural Imaterial, tem o apoio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN

sábado, 7 de junho de 2014

Canteiros Coletivos e Permacultura Bahia celebram 10 meses de plantio e arte com ocupações culturais

Neste fim de semana, dias 7 e 8 de junho, áreas públicas do Engenho Velho de Brotas e do Gantois contam com aulas de meditação, feira de artesanato, baba e outras atividades que celebram os 10 meses de oficinas gratuitas do projeto Formação Cidadã e Portal dos Canteiros Coletivos

Salvador, 4 de junho de 2014 – Neste sábado e domingo (7 e 8 de junho), os espaços do Parque Solar Boa Vista, no Engenho Velho de Brotas, e da comunidade do Gantois, na Federação (Av. Garibaldi) contam com duas ocupações culturais que celebram os 10 meses de oficinas gratuitas de plantio e arte do projeto Formação Cidadã e Portal dos Canteiros Coletivos, realizado pelo Instituto de Permacultura da Bahia em conjunto com o Movimento Canteiros Coletivos, com apoio do Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da Oi.

No sábado (7), a partir das 8h, o evento ocupa a manhã no Parque Solar Boa Vista com aulas de meditação e ioga, feira de artesanato e performances musicais. No domingo, às 8h, a comunidade do Gantois começa o dia com passeio sensorial, performance musical e um baba com a molecada do bairro. “O objetivo das ocupações é apresentar aos visitantes a transformação pela qual passaram as duas áreas verdes desde o início do projeto e mostrar às comunidades locais diferentes formas de se apropriar desses espaços de lazer, contribuindo para preservá-las”, diz Débora Didonê, coordenadora do projeto Formação Cidadã. Os eventos são gratuitos e abertos a todos os interessados.
 
Desde setembro de 2013, o projeto oferece oficinas gratuitas de Jardinagem, Ecologia, Arte Urbana e Comunicação em áreas abertas com a proposta de dar continuidade às recuperações de espaços públicos verdes iniciadas em 2012 pelo movimento Canteiros Coletivos em parceria com instituições e moradores dos dois bairros. Das oficinas, que reuniram um total de 320 educandos, nasceu um portal (www.canteiroscoletivos.com.br) que tem o objetivo de provocar trocas de experiências entre gestores e cidadãos de áreas públicas verdes urbanas.

As atividades abriram ainda inscrições para voluntariado, provocando estudantes universitários das mais diversas áreas a contribuir com as atividades nos espaços públicos. No total, 145 estudantes se inscreveram para participar das oficinas desde setembro do ano passado.
 
Sobre o Instituto de Permacultura da Bahia (IPB)
 
Fundado em 1992 por um grupo de profissionais liberais formados em permacultura por Marsha Hänzi, pioneira nesta prática no Brasil, o Instituto de Permacultura da Bahia (IPB) é uma associação civil de direito privado, sem fins econômicos e lucrativos. Preocupados com a preservação do meio ambiente e interessados em procurar formas de vida mais sustentáveis, seus fundadores tinham o objetivo de disseminar práticas e princípios da permacultura na Bahia e no Brasil.

Em agosto de 2012, o IPB estabeleceu uma parceria com o movimento Canteiros Coletivos paraque os conhecimentos da permacultura também atingissem comunidades de áreas urbanas, principalmente no que diz respeito à disseminação de soluções sustentáveis, proporcionando qualidade de vida e convívio harmônico com a natureza, e ao estímulo e desenvolvimento do pleno exercício da cidadania por meio da educação e da educação ambiental, para melhorar a qualidade de vida da população.
 
Sobre o Oi Futuro
 
O Oi Futuro é o instituto de responsabilidade social da Oi, que emprega novas tecnologias de comunicação e informação no desenvolvimento de projetos de educação, cultura, esporte, meio ambiente e desenvolvimento social. Desde 2001, suas ações visam democratizar o acesso ao conhecimento e reduzir distâncias geográficas e sociais, com especial atenção à população jovem.
 
Na educação, os programas NAVE e Oi Kabum! usam as tecnologias da informação e da comunicação, capacitando jovens para profissões na área digital, fornecendo conteúdo pedagógico para a formação de educadores da rede pública, e fomentando o desenvolvimento de modelos inovadores. Já na área cultural, o Oi Futuro mantém dois espaços culturais no Rio de Janeiro (RJ) e um em Belo Horizonte (MG), com programação nacional e internacional de qualidade reconhecida e a preços acessíveis, além do Museu das Telecomunicações nas duas cidades.
 
O esporte é apoiado através de projetos aprovados pelas Leis de Incentivo ao Esporte, tendo sido a Oi a primeira companhia de telecomunicações a apostar nos projetos socioeducativos inseridos na Lei Federal. O programa Oi Novos Brasis completa seu escopo de atuação, reafirmando o compromisso do Instituto no campo da sustentabilidade, com o apoio e o desenvolvimento de parcerias com organizações sem fins lucrativos para a viabilização de ideias inovadoras que utilizem a tecnologia da informação e comunicação para acelerar o desenvolvimento humano.

Sobre os Canteiros Coletivos
 
Iniciado em fevereiro de 2012, o movimento Canteiros Coletivos é formado por um grupo de cidadãos de Salvador que acredita na gestão participativa das áreas urbanas públicas. O objetivo é recuperar áreas verdes abandonadas com a intenção de desconstruir depósitos irregulares de lixo e entulho e de provocar nos moradores, através da limpeza, do plantio e da arte, a ideia de que a força de um coletivo pode transformar e ressignificar espaços degradados e esquecidos de uma cidade.

Atualmente, os Canteiros Coletivos recuperam quatro espaços de Salvador: Parque Solar Boa Vista (próximo ao Cine Teatro), Vale do Canela (ao lado do Campus UFBA), Gantois (entrada da Av. Garibaldi) e Rio Vermelho, ao lado da Igreja Sant'Anna. Nas ações, o coletivo busca criar autonomia nos moradores e comerciantes do entorno para que eles mesmos mantenham os locais recuperados, cuidando das plantas e promovendo um novo uso da área para a comunidade - de forma a resgatar a vida intensa nas ruas do bairro. O grupo é aberto a qualquer pessoa interessada em participar e dispostos a recuperar espaços abandonados em seus bairros.

Contatos:

Débora Didonê, coordenadora do Projeto Formação Cidadã e Portal dos Canteiros Coletivos
(71) 9148-5663 – contato@canteiroscoletivos.com.br

André Souza, assessor de imprensa do Instituto de Permacultura da Bahia (IPB)
(71) 3232-4025 - andrecartas@gmail.com

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Quilombolas de Rio de Contas/BA participam de Intercâmbio para Cafarnaum/BA

Foto: Gláucia Soares
O Intercâmbio para Cafarnaum foi mais uma atividade do projeto Sementes da Chapada: o saber dos quilombolas na preservação da agrobiodiversidade, convênio celebrado entre o IPB - Instituto de Permacultura da Bahia e o IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
Nos dias 22, 23 e 24 de março de 2014, vinte e oito pessoas de Rio de Contas, incluindo jovens, mulheres, agricultores e agricultoras quilombolas, além da equipe técnica do projeto, foram visitar uma experiência de um agricultor policultor em Cafarnaum, Jurandi Anunciação, e a Associação de Policultores de Cafarnaum.
Foto: Gláucia Soares
O agricultor Jurandi pratica a policultura há mais de 10 anos e vem colhendo seus frutos desde então. Participou do projeto Policultura no Semiárido, desenvolvido pelo IPB, realizou vários cursos, foi se aperfeiçoando e hoje presta assessoria para outros agricultores que vem fazendo a transição agroecológica em suas propriedades. Áreas onde antes quase nada de vegetação existia, onde o solo era exposto ao sol quente do sertão, hoje estão produzindo a tão desejada biomassa, importante elemento na produção agroecológica. Utilizando estratégias de convivência com o semiárido como, por exemplo, o uso de vegetação para os quebra ventos, captação de água da chuva, policultura, meliponicultura e apicultura, dentre outras, a família de Jurandi dá seu exemplo vivendo com dignidade e qualidade de vida.
Os participantes aprenderam a importância de manter o “mato” na roça, sem “destocá-lo”, pois é ele quem irá florescer na época mais seca fornecendo alimento para as abelhas e também produzindo matéria orgânica para a formação do solo fértil. A importância de zelar pela diversidade de plantas na roça foi bastante compartilhada pelos agricultores e agricultoras presentes, que puderam observar e entender as várias funções que elas cumprem, como por exemplo, a produção de alimentação humana e animal, matéria orgânica rica em nutrientes para o solo, estacas e madeiras para uso na propriedade.
Foto: Gláucia Soares
Na área da Associação de Policultores de Cafarnaum foi visto o processo de compostagem com adubo de cabras, a diversificação de espécies na horta, o viveiro de produção de mudas, criação de cabras e de galinhas, defensivos naturais, bem como a forma de organização do grupo, suas dificuldades e oportunidades.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Rotas marcam segundo dia da Caravana Agroecológica e Cultural da Bahia

O segundo dia da I Caravana Agroecológica e Cultural da Bahia foi marcado pelas visitas às diversas experiências agroecológicas nos Territórios do Sisal, Bacia do Jacuípe e Piemonte da Diamantina. A Rota Verde visitou o Banco de Sementes, em Serrinha (BA), e a propriedade agroecológica da família de Abelmanto, agricultor experimentador acompanhado pelo MOC. A Rota Vermelha visitou experiências de luta pela terra, comercialização e economia solidária nos municípios de Cansanção e Monte Santo (BA). Rota Lilás visitou a Feira Agroecológica em Jacobina (BA), a Escola Família Agrícola de Jaboticaba e Grupo de Mulheres Produtoras, em Quixabeira (BA). Os cerca de 200 participantes passaram o dia nas rotas, almoçaram nas comunidades e trocaram saberes a partir de suas realidades.


Para a pescadora e representante da Associação de Pescadoras e Pescadores de Remanso (APPR), Carmem Lúcia Moreira, as Rotas são uma iniciativa muito boa. “Nesses encontros vemos o que temos em comum e a forma que podemos melhorar o nosso trabalho”, afirma. Marilene Santos da Silva, agricultora e integrante do Grupo de Mulheres do Assentamento Dandara dos Palmares, em Camamu, aponta que o mais importante é poder levar os aprendizados e trocar com as outras companheiras do grupo. “Como a gente trabalha com essa rotina, para mim é uma riqueza! Vejo aqui no semiárido tanta produção, tanta coisa boa, mesmo com pouca água. E lá onde estamos, que tem muita água nem sempre sabemos aproveitar, cultivar como fazem no sertão”, conclui.


A I Caravana Agroecológica e Cultural da Bahia teve inicio no dia 25/03, em Conceição do Coité. Hoje o encerramento fica por conta de uma caminhada no centro da cidade. Organizada pela Articulação de Agroecologia da Bahia (AABA), a Caravana é uma das atividades preparatórias para o III Encontro Nacional de Agroecologia, que acontecerá em maio, no município de Juazeiro-BA.

Acompanhe a cobertura diária e fotos pela página no Facebook:

Integram a AABA:

sábado, 22 de março de 2014

Águas do Jacuípe realiza intercâmbio em Umburanas

O Primeiro intercâmbio do projeto Águas do jacuípe foi realizado no dia 21 de março no município de Umburanas, onde tivemos a oportunidade de conhecer a propriedade de Francisco de Assis Cardoso, o Chico, agricultor visionário, um dos primeiros participantes do Projeto Policultura no Semiárido em seu município.
Foi uma oportunidade para as famílias participantes do projeto, que vão implantar agroflorestas em suas propiedades, conhecerem uma experiência bem sucedida de manejo sustentável e gestão das águas numa região mais seca que a de Várzea da Roça.
Chico foi monitor do Projeto Policultura no semiárido durante 4 anos, mobilizando e sensibilizando a comunidade local, “Policultura para mim é a diversidade de plantas, misturando nativas e frutíferas com a roça de feijão, de milho, mamona… chamamos de policultura esse conjunto de plantas” define o agricultor.
A visita tras uma nova perspectiva para as famílias intercambistas que se preparam para iniciar a criação de sistemas agroflorestais - SAFs em suas áreas. “Vimos aqui a maneira como o Chico fez o reflorestamento da propriedade,
integrando a criação animal com a produção vegetal, a produção de alimentos, o que atualmente permite a ele se sustentar do que produz coisa que não era possível nessa mesma propriedade há 12 anos atrás”, explicou Dirce Almeida, coordenadora do projeto Águas do Jacuípe.


Sementes da Chapada realiza intercâmbio


Nos dias 22, 23 e 24 de março de 2014, agricultores e agricultoras familiares e jovens da Comunidade Quilombola de Barra e Bananal, Rio de Contas/BA, participam do Intercâmbio para Cafarnaum/BA, uma atividade do projeto Sementes da Chapada: o saber dos quilombolas na preservação da agrobiodiversidade. O objetivo é conhecer experiências e trocar conhecimentos sobre agricultura de base ecológica e suas estratégias de convivência com a seca, assim como o manejo do solo e da água, plantios diversificados, biodiversidade, criação de abelhas (com e sem ferrão), entre outros. Um dia será destinado às atividades na propriedade do agricultor familiar Jurandi Anunciação de Oliveira. Jurandi é também um policultor, guardião de sementes e um semeador de boas idéias e práticas que buscam um conviver harmonioso com a terra e com o semiárido há mais de 10 anos.  E outro dia será visitado a Associação de Policultores de Cafarnaum/BA para conhecer suas experiências e sua organização. Esta atividade é realizada pelo Núcleo Chapada/Rio de Contas/BA no âmbito do Projeto Sementes da Chapada: o saber dos quilombolas na preservação da agrobiodiversidade, Convênio 777041/2012, com o apoio do IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Águas do Jacuípe realiza reuniões para implantação dos SAFs

Rio Camizãozinho

O projeto Águas do Jacuípe realizou dia 21 de janeiro a primeira reunião de planejamento da propriedade de Ariel e Marleide, agricultores que realizarão a conversão agroecológica de sua unidade produtiva familiar. O objetivo do Águas do Jacuípe é implantar SAFs - Sistemas Agroflorestais como forma de recuperação da cobertura vegetal nas áreas degradas às margens dos afluentes do Rio Jacuípe.
Mapeando a Propriedade

A família visitada, além de reflorestar as margens do Rio Camizãozinho, decidiram planejar a sistematização de sua propriedade baseadas nos princípios da Agroecologia. Para iniciar a atividade, os moradores foram convidados a desenhar um mapa da propriedade, resgatando o histórico de uso da terra, identificando os cursos de água, locais de criação de animais entre outras características. O objetivo desse mapeamento é conhecer melhor a dinâmica da unidade produtiva familiar, para adequar as ações de reflorestamento e manejo sustentável às necessidades  dos participantes.
Ariel Carneiro da fazenda Camizãozinho

O Águas do Jacuípe durante os 2 anos, acompanhará as famílias que optarem pela transição da unidade produtiva familiar para o sistema agroecológico, buscando o envolvimento e a construção coletiva de conhecimento, de forma que os/as agricultores/as tenham autonomia sobre o processo.
Ariel Carneiro e Marleide da silva

A bacia hidrográfica do Jacuípe possui alguns afluentes, riachos e muitos cursos dá água, Ariel Carneiro, mateiro e morador da Fazenda Camizãozinho, uma das áreas de atuação do projeto, lembra que o Rio Camizãozinho antes enchia e passava muito tempo com água corrente, “espero que no futuro volte a cobertura vegetal com o SAF, como era antigamente e possamos ter mais água na propriedade, aí podemos plantar mais e ficar menos dependente dos ciclos da chuva e da seca”, ressalta Ariel.

Fotos: Asscom

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Sementes da Chapada realiza Exposição e Troca de Sementes


Foto: Leila Aquino
Sábado (30/11) celebramos as nossas sementes, a nossa biodiversidade, um patrimônio que é material e se pode tocar, mas está carregado de imaterialidade, de representações com as quais nos reconhecemos nesse elo com a terra e o território.
O interesse pelas sementes era perceptível, apesar de um primeiro momento de estranheza naquela banca da Feira Livre de Rio de Contas, onde não se comprava, nem se vendia. O fluxo barrava e aumentava o burburinho entre as pessoas que paravam para ver a Exposição e Troca de Sementes, realizada pelo Núcleo Chapada do Instituto de Permacultura da Bahia com o apoio do IPHAN – Instituto do Patrimônio Históricoe Artístico Nacional.

Foto: Leila Aquino
Sementes da Chapada “está deixando uma sementinha” dizia uma senhora, “nós também começamos como uma sementinha” dizia outra,  “vai ter semana que vem? É que eu não trouxe hoje as sementes que tenho lá em casa”, era outra sentença que se repetia entre quem observava ali expostas, uma grande diversidade de cores, formas e texturas.

Foto: Leila Aquino
Nesse dia de troca de experiências e saberes, o estímulo por trazer da memória as diferentes formas de plantar, os usos medicinais e culinários das plantas,  as variedades antigas, suas características, revelou uma preciosidade de informações e valiosos guardiões da biodiversidade, fortalecendo a roda da transmissão dos bens imateriais.


Foto: Leila Aquino
As sementes nativas coletadas nas comunidades quilombolas de Barra, Bananal e Riacho das Pedras, expostas com espécies de outras comunidades da região, eram ali contempladas, tocadas e sentidas, “mas tem dessas sementes que a gente já não encontra por aí”, que tambem é um reflexo da padronização da semente e do alimento, fruto de uma política de mercado baseada na monocultura.
Arte: Ravi Santiago

 




Na Exposição e Troca de Sementes os jovens quilombolas, estudantes que participam do projeto, ensinavam e aprendiam com seus sorrisos as vezes tímidos, expondo, distribuindo e trocando sementes diversas, que em algum lugar vão crescer, florir, frutificar e gerar novas sementes.

Esse Projeto foi contemplado no Edital Chamada Pública nº 01/2012 - Mapeamento, Documentação e Apoio ao Patrimônio Cultural Imaterial, realizado pelo DPI – Departamento de Patrimônio Imaterial do IPHAN.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

IPB no Encontro Microregional da ASA


Foto: Leila Aquino
Entre hoje (29/11) e amanhã (30/11) acontece o Encontro Microregional da Articulação do Semiárido - ASA de Livramento de Nossa Senhora no Centro Diocesano local, onde serão discutidas e apresentadas experiências relativas aos 3 eixos temáticos do evento: criação animal de pequeno porte, sementes, canteiros ecnonômicos e quintais produtivos.

Foto: Leila Aquino


O Núcleo Chapada do Instituto de Permacultura da Bahia – IPB esteve representado no Encontro por Maura Pezzato e Catarina Camargo que apresentaram o Projeto Sementes da Chapada, realizado nas comunidades quilombolas de Barra e Bananal, ressaltando a importância da preservação das sementes nativas e crioulas e a biodiversidade encontrada nas localidades.


Foto: Leila Aquino

Os participantes foram convidados para a Exposição e Troca de Sementes que ocorre amanhã (30/11), sábado, durante a Feira Livre de Rio de Contas, Bahia.

O Projeto Sementes da Chapada: O Saber dos Quilombolas na Preservação da Agrobiodiversidade é realizado pelo Núcleo Chapada do Instituto de Permacultura da Bahia, com o apoio do IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
Foto: Leila Aquino